despediu-se do marido e entrou no trem – já agora fazia um frio napoleônico. pelo assento à janela via bailarinas russas dançando ao som de um candango ritmado. jovens mocinhas germanas empunhavam em uma mão cópias de maquiavélicos romances. com a outra serviam a dondocas e proletários o mais refinado vinho siciliano. pela vidraça corriam [...]
Arquivo da categoria ‘poesias’
babel reinventada
Publicado em poesias em 02/12/2008 | Deixar um comentário »


